Jesus,
mais atual do que nunca!
Freqüentemente as
mais conceituadas revistas do mundo
têm publicado artigos sobre Jesus.
Nas reportagens percebe-se
que realmente não se quer crer
nEle. O que se vê são críticas
e dúvidas sobre Sua pessoa. Sua
vida é esmiuçada e Ele
é considerado um mito. Mas, de
qualquer forma, não é
possível ignorar a Jesus Cristo,
e apesar de todas as críticas
as pessoas sentem-se atraídas
por Ele, mais do que por qualquer outra
personalidade histórica. Conforme
uma pesquisa feita pela revista alemã
"Der Spiegel", apenas 27%
dos alemães vêem Jesus
como Filho de Deus, Salvador e acreditam
na Sua ressurreição. Mas,
no "ranking" de pessoa mais
simpática Ele está em
primeiro lugar, à frente de Lutero,
de Gandhi, de Maria e do Dalai-Lama.
Por que será que,
por um lado, não se quer crer
em Jesus Cristo, mas por outro lado,
mesmo assim, continua-se simpatizando
com Ele? Certamente pelo fato dEle realmente
ser o que reivindicou diante do governador
romano: "Então, lhe disse
Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu
Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para
isso nasci e para isso vim ao mundo,
a fim de dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade
ouve a minha voz" (Jo 18.37). Quase
800 anos antes que Jesus falasse essas
palavras, Isaías escreveu por
ordem de Deus: "Eis aqui o meu
servo, a quem sustenho; o meu escolhido,
em quem a minha alma se compraz; pus
sobre ele o meu Espírito, e ele
promulgará o direito para os
gentios" (Is 42.1). Pelo contexto
dessa passagem bíblica e pelo
relato do batismo de Jesus (veja Mt
3.16-17) fica claro que esse servo não
pode ser outro senão Jesus Cristo,
o Filho do Deus vivo. Em Isaías
52 e 53 o profeta escreve sobre os sofrimentos
pelos quais o Servo teria de passar
no futuro. Quando então, quase
800 anos mais tarde, Jesus veio à
terra e morreu na cruz do Calvário,
cumpriu-se literalmente o que Isaías
havia profetizado. Vamos citar apenas
algumas passagens bíblicas a
respeito:
– Ele seria desprezado
e rejeitado por todos os homens (Is
53.3; compare Mt 26.56; 27.39).
– Ele seria alguém
que tomaria sobre si a culpa da humanidade
(Is 53.4-7; 10-12; compare 1 Tm 2.6;
Cl 2.14; 2 Co 5.21; Rm 6.23).
– Ele seria traspassado
(Is 53.5; compare Jo 19.16-18 e 34).
– Pelo Seu sofrimento
Ele faria com que tivéssemos
paz com Deus (Is 53.5b; compare Cl 1.20).
– Por ocasião
do julgamento Ele ficaria calado (Is
53.7; compare Lc 23.9; Mt 26.62-63).
– Ele não
poderia ser acusado de culpa ou mentira
por ser justo e sem culpa (Is 53.9;
compare Mt 26.59-60; Lc 23.4 e 14-15).
– Em Seu sofrimento
Ele intercederia por nós (Is
53.12; compare Lc 23.34).
Jesus é
muito mais do que se pode ler a Seu
respeito em livros e revistas. As pessoas
não deveriam escutar tanto os
jornalistas, que em seus artigos apenas
exprimem sua incredulidade pessoal,
mas deveriam elas mesmas ler a Bíblia
e procurar a verdade. Recentemente li
a frase: "Pergunte ao próprio
Deus se Ele existe!" Exatamente,
todos deveriam fazer isso – pois
Ele mesmo se revelará àqueles
que O buscarem com sinceridade: "Buscar-me-eis
e me achareis quando me buscardes de
todo o vosso coração"
(Jr 29.13). (Norbert Lieth)
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